Padaria com produção própria e duas lojas
Montamos a agenda de sete dias e separamos os montes. Ficou uma alçada de compra por valor e a lista do que ele continua assinando por exigência legal.
Todas as histórias, da mais antiga à mais recente, sem corte.

Três partes em cada história: o que a firma trouxe, o que fizemos e o que ficou com ela. Publicadas com autorização.
Montamos a agenda de sete dias e separamos os montes. Ficou uma alçada de compra por valor e a lista do que ele continua assinando por exigência legal.
Conversamos com os dois torneiros mais antigos. Ficou um modelo de orçamento com faixas de preço já aprovadas e a conferência só acima de determinada medida.
Ficou um roteiro de plantão com três situações resolvidas na recepção e a reunião de segunda-feira com a governanta.
Separamos o que exige a assinatura dele do que era costume. Ficaram duas listas coladas na parede e uma conferência por amostragem.
Ficou uma ficha de medição preenchida pelo montador, com fotos, e a visita do dono apenas nas obras acima de certo tamanho.
Ficou um critério de rota escrito em meia página e a reunião de quinze minutos que o entregador conduz sozinho.
Ficou a separação escrita entre a parte clínica e a administrativa, com duas pessoas nomeadas e o calendário de cada frente.
Ficou um plano de quinze dias sem ele, com os nomes de quem decide cada coisa na ausência, testado antes das férias de verdade.
As dúvidas que chegam antes da primeira conversa, respondidas sem enfeite.
Marcar uma conversaO trabalho não retira decisão de ninguém: ele escreve onde cada decisão mora. Quase sempre o dono termina com menos assinaturas e mais informação — porque o que desce de nível volta para ele em reunião, e não em interrupção.
Vai errar alguma vez, como você já errou. Por isso o corte das decisões tem faixas: começa pelas de menor consequência e sobe conforme as primeiras funcionam.
Serve, e fica mais rápido. Com seis ou oito pessoas o trabalho dura menos, mas a agenda de sete dias e as conversas individuais continuam sendo a base.
Precisa. É a parte mais chata e a que mais muda a conversa: sem ela, discutimos impressões; com ela, discutimos uma folha.
Sim, e isso é combinado desde o começo. Quem executa fala outra coisa quando o dono está presente, e é justamente a outra coisa que precisamos ouvir.
Agenda analisada, mapa da firma, descrições de cargo, corte das decisões, regimento de reuniões e o calendário do dono — tudo em arquivo que você pode abrir e alterar depois.
A primeira conversa dura uma hora e serve para dizer se o caso pede a leitura curta da semana ou a organização completa.