Estrivo
InícioO escritórioO que fazemosA pasta finalHistórias
Consultoria de gestão e organização

Consultoria de gestão com escritório em Juiz de Fora, aberta em 2014

A Estrivo é uma consultoria de gestão com escritório em Juiz de Fora. Organizamos firmas em que tudo ainda passa pelo dono: quem decide o quê, quem coordena, como se reúne e o que a direção acompanha.

Caderno com a agenda da semana anotada hora a hora

A Estrivo trabalha desde 2014. O escritório foi aberto por um administrador que atendia pequenas indústrias da região e cresceu para oito pessoas: consultores de organização, uma analista de indicadores e a redação dos documentos de gestão. A sede fica em Juiz de Fora e o atendimento é presencial na cidade e no entorno.

Nossos clientes têm de 10 a 150 funcionários: marcenarias, metalúrgicas, gráficas, construtoras, comércios e empresas de serviço, quase sempre de dono único ou de dois sócios. O sinal é sempre o mesmo — a empresa para quando o dono viaja, porque nenhuma decisão tem outro endereço escrito.

O trabalho começa com o escopo assinado e a agenda do dono anotada hora a hora durante sete dias. Depois vêm as conversas com quem executa, o desenho da estrutura, a tabela de alçadas, a preparação de quem vai assumir cada faixa, o regulamento das reuniões, o painel de indicadores e o calendário. Acompanhamos o primeiro trimestre com as decisões já distribuídas.

O que não fazemos: não selecionamos nem contratamos pessoas, não avaliamos desempenho individual, não conduzimos demissões, não damos parecer trabalhista ou tributário e não assumimos a direção da empresa. Quando o caso pede advogado, contador ou empresa de recrutamento, dizemos isso antes de fechar o contrato.

Aberta em 2014

Doze anos organizando firmas de dono único em Juiz de Fora e nas cidades do entorno.

Equipe de oito pessoas

Consultoria de campo, apuração de indicadores e redação das folhas que ficam na parede.

De 10 a 150 funcionários

Marcenarias, metalúrgicas, gráficas, construtoras, comércios e empresas de serviço.

Onde a gente para

Não contratamos, não avaliamos desempenho e não assumimos a direção da empresa.

O caminho

O que olhamos quando a firma inteira passa por uma pessoa

Ninguém concentra decisões por gosto. Concentra porque nunca ficou escrito o que pode ser decidido sem ele, e porque o primeiro erro de quem tentou ainda está na memória da casa.

A agenda de uma semana comum

Pedimos a agenda real de sete dias, hora a hora, incluindo as interrupções. É o documento mais revelador do trabalho e o mais incômodo de montar.

O que só o dono assina

Listamos tudo o que precisa da assinatura dele num mês e separamos o que a lei exige do que é apenas costume da casa. Os dois montes raramente têm o mesmo tamanho.

Quem já resolve e não sabe que pode

Em quase toda firma há alguém que resolve sozinho e pede desculpa depois. Essa pessoa é a primeira linha do desenho novo.

O erro que travou a delegação

Perguntamos qual foi a última vez que alguém decidiu e deu errado. Quase sempre existe uma história única, antiga, que nunca foi conversada e virou regra silenciosa.

A rotina que sobra para ele

No fim, o calendário do dono é escrito à parte: o que ele olha toda semana, o que revê todo mês e o que não precisa mais chegar até ele.

Histórias

Firmas em que tudo passava por uma pessoa

Três partes em cada história: o que a firma trouxe, o que fizemos e o que ficou com ela. Publicadas com autorização.

Pousada familiar de dezesseis quartos

a proprietária respondia mensagem de hóspede de madrugada

Ficou um roteiro de plantão com três situações resolvidas na recepção e a reunião de segunda-feira com a governanta.

Escritório de despachante

o titular assinava e conferia todos os processos

Separamos o que exige a assinatura dele do que era costume. Ficaram duas listas coladas na parede e uma conferência por amostragem.

Marcenaria sob medida

o dono media todas as obras pessoalmente

Ficou uma ficha de medição preenchida pelo montador, com fotos, e a visita do dono apenas nas obras acima de certo tamanho.

Loja de autopeças com entrega própria

o proprietário definia a rota de entrega toda manhã

Ficou um critério de rota escrito em meia página e a reunião de quinze minutos que o entregador conduz sozinho.

Conte quantas decisões passaram pela sua mesa ontem

A primeira conversa dura uma hora e serve para dizer se o caso pede a leitura curta da semana ou a organização completa.